O RJ concentra 107 estúdios de games (segundo maior polo do país) mas não tem política estadual estruturada. Estúdios pequenos e médios não têm acesso previsível a fomento, capital e compras públicas, e a expansão do setor depende de editais federais escassos e concorridos.
Desenvolvedores, artistas, roteiristas, sound designers, pequenas produtoras, MEIs criativos, estúdios independentes e cadeia de fornecedores (marketing, jurídico, contábil especializado).
Instituição do Programa Estadual de Fomento à Economia Criativa Digital (PRÓ-CRIA RJ), com quatro instrumentos: (a) Fundo Estadual de Games e Economia Criativa alimentado por percentual do ICMS de telecomunicações e da Loteria do Estado; (b) editais anuais de matching fund (o estado aporta proporcionalmente ao capital privado captado); (c) linha de crédito subsidiada na AgeRio para MPEs criativas; (d) política de diferimento de ICMS sobre equipamentos de desenvolvimento e serviços de nuvem.
Retenção de talentos no estado, aumento de exportação de propriedade intelectual, escalonamento de estúdios que hoje operam abaixo do ponto de equilíbrio, geração de emprego qualificado com salários acima da média fluminense.
Vinculação de percentual do ICMS de telecom + repasse anual da Loteria do RJ + linha específica no orçamento da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação. Financiamento não depende de nova arrecadação — depende de destinação.
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